Uma dúzia de verões depois.
O vento balança a cortina, trazendo partículas de alegria consigo, bom que trouxesse refresco ao calor, mas assim está ótimo. Queria que o vento me levasse a ela, tão perto, tão distante, me obrigando a cortar raízes indesejadas. Ah, se um de nós soubesse naquele tempo, acho que não teria ela partido daqui. E que liberdade criança tem além daquela da mente? Mas tudo se acerta, tudo se ajeita, pra coisa do coração não há barreira alguma.
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