Tardes va(d/z)ias como essa me fazem reviver, sentir coisas do passado, nem sempre são coisas boas, acontecimentos que me deixam mal. Eu toco aquele disco, tomo um suco e fica tudo anestesiado por algumas horas, para eu poder viver, ou achar o bar mais próximo.
Num Bloquinho Qualquer
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
sábado, 5 de outubro de 2013
Não escreverei num bloquinho hoje, estarei escrevendo diretamente no blog, ja errado por estar corrigindo meus erros de portugues, mas feliz por ter levado um tapa na cara que me jogou 3 anos para frente. O bar é o melhor local para se construir ideias, eu ja sabia disso, mas o que aconteceu hoje foi épico. A troca de ideias, ideias puras, reflexoes, ausencia de medo. E alguns beijos. Ah, os beijos, guardados pela vontade, pela incerteza. Aquele beijo.
sábado, 28 de setembro de 2013
Passa la em casa e pega, não to podendo sair esses dias. Leva, mas toma cuidado com ele, é o unico que tenho, se gostar pode pegar mais vezes, precisa nem pedir. Só não machuca, não quebra. Meio difícil consertar assim, não tem tempo, nem papel e caneta, não tem amigo nem solda que junte todas as partes. Cuida dele, se você gostar mesmo posso até deixá-la roubá-lo para ti.
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
Passou sem nem chegar.
Devia ter visto seu olhar perdido, não por mim, mas por você mesma. Deveria ter suspeitado da sua carência excessiva e da sua falta de pudor naquele dia em que bebeu um pouco. Tantos planos de fuga e promessas pobres se mostraram, na verdade, como um pedido de socorro e atenção, não para mim, mas sim para ele. Como lamentar a perda de alguém que nunca foi seu? Acho que a recorrencia do fato foi o que machucou, palavras falsas, cheias de insegurança e carência. Licensa para beber, é o melhor que acontece numa situação assim. "To bebendo por causa dela", ninguém lhe julga errado, todo mundo já teve um dia assim, ou uma semana assim, ou um mês, ou ainda está nessa.
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Uma dúzia de verões depois.
O vento balança a cortina, trazendo partículas de alegria consigo, bom que trouxesse refresco ao calor, mas assim está ótimo. Queria que o vento me levasse a ela, tão perto, tão distante, me obrigando a cortar raízes indesejadas. Ah, se um de nós soubesse naquele tempo, acho que não teria ela partido daqui. E que liberdade criança tem além daquela da mente? Mas tudo se acerta, tudo se ajeita, pra coisa do coração não há barreira alguma.
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